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Solange Depera Gelles
Solange Depera Gelles

O escritor Elton da Fontoura entrevista a pedagoga e escritora Solange Depera Gelles

 

Segundo o filósofo Francis Bacon, fundador da ciência moderna, todas as cores concordam quando estão no escuro.

Porém, o breu não é eterno e haverá um momento que a luz retornará. Quando isso acontecer, as cores voltarão a influenciar o estado psicológico dos seres humanos de várias maneiras; a emoção é o principal alvo.

Outra constatação interessante está vinculada aos efeitos: as pessoas lembrarão mais facilmente das cores, do que das formas.

Esta poderia ser inclusive, a primeira pergunta à Pedagoga e Escritora Solange Depera Gelles, precursora da Pedagogia das Cores.

Para ilustrar, devo admitir que aprendi muito cedo a nunca acreditar em uma teoria, até ouvir os aplausos vindos da prática.

Por este motivo, vou colocar em pauta, a primeira questão: provavelmente uma voz, além do aquém, me orientou a comprar um tecido azul celeste para cobrir uma pequena janela com vidro estático, que se prolonga atrás do monitor. A claridade prejudicava a minha concentração e visibilidade. Não há como mudar o computador de lugar. Apesar deste impedimento, existe uma esfuziante claridade, além de uma vista deslumbrante, na grande janela ao lado.

Para dar início às matizes desta entrevista, o Castelo das Literárias Mosqueteiras perguntam à paulista Solange:

O azul celeste é adequado aos meus propósitos? Quais os efeitos psicológicos que este tom irá proporcionar ao meu rendimento? Qual cor seria menos recomendada para esta imóvel cortina?

 

Solange Depera Gelles: Eu gostaria de começar falando da colocação de Bacon, na cromoterapia a cor preta significa ausência de cor, ou seja, essa cor neutraliza a ação de qualquer cor. A Pedagogia das Cores não é apenas teoria, é prática comprovada com resultados positivos.

A cor de sua cortina é ideal para o local. Pois o azul, independente de sua tonalidade promove paz, equilíbrio, harmonia e bem estar. Ter algo na cor azul no ambiente de trabalho vai trazer tudo isso, e o que queremos principalmente nós escritores? Um momento de paz e equilíbrio com nosso interior para buscarmos no nosso mais profundo eu, inspiração. A cor menos recomendada nesse ambiente seria o vermelho. Pois essa cor exige cuidado e atenção em seu uso, principalmente em educandos. Só utilizamos o vermelho em casos específicos onde a cor realmente se faz necessária sendo aplicada ou utilizada em doses certas. No caso de seu ambiente de trabalho, poderia gerar alguma agitação. Lembrando que em alguns presídios é proibida a cor vermelha, justamente para evitar ódio, violência e dominação.

NOTA DO ENTREVISTADOR: 

1. Bacon se referiu à escuridão e não à cor preta. As cores concordam na escuridão porque não se enxergam entre si, tornando-se estáticas, inoperantes, sem ação, portanto, sem o que discordar!.

2. Não foi dito que a Pedagogia das Cores é uma teoria. Foi enfatizado que a teoria de Bacon seria confrontada com a resposta a prática de Solange.

 

Literárias Mosqueteiras: E já que estamos falando no azul, vamos incluir um personagem e uma alva cor no assunto.

Em 2014, tu criaste um mascote para aplicar a Cromoterapia no aprendizado infantil, intitulado Ianzito e a Turma dos Pinguinhos, a Pedagogia das Cores. Ao mascote foi dado o nome de Ianzito. Por motivos técnicos, a imagem dele não pode ser inclusa no cabeçalho, mas clicando no link abaixo, poderão conhece-lo:

https://www.facebook.com/Pedagogiadascores1/videos/vb.393670354022717/863066763749738/?type=2&theater

Este mascote tem a missão de cantar e interagir com as crianças, e o azul e branco são as cores exclusivas no seu vestuário. A camiseta branca com detalhes em azul, a calça azul e os sapatos preto e branco, possuem algum propósito em relação à missão?

 

Solange Depera Gelles: A cor da roupa do Ianzito não foi pensada como cores de estímulo, e sim, cores normalmente utilizadas em uniforme escolar. A roupa do Ianzito é um uniforme, uma vez que os problemas de seu cotidiano ocorrem no ambiente escolar. A missão do Ianzito é mostrar em suas histórias problemas corriqueiros que acontecem na escola. Esse primeiro livro é especial porque apresenta a Turma dos Pinguinhos, que são Pinguinhos de pelúcia com as cores que utilizo na Pedagogia das Cores. Cada Pinguinho tem uma função, e eles ajudam o Ianzito a resolver a situação do momento com as cores certas. Nessa primeira história o destaque acontece com os Pinguinhos Amarelo e Laranja. Aliás, são as cores que mais utilizei com os educandos que atendi como “Pedagoterapeuta”.

 

Literárias Mosqueteiras: Ainda em relação a pergunta anterior, o tom de azul da roupa do Ianzito é bem mais forte que o azul celeste que cobre minha pequena janela. As totalidades possuem influência da Pedagogia das Cores ou na Cromoterapia?

 

Solange Depera Gelles: Na cromoterapia é utilizado o azul e o azul índigo, mas na Pedagogia das Cores utilizamos todos os tons de azuis, pois o estímulo nesse momento é de fora para dentro e conta muito a interação do indivíduo com a cor, independente de sua tonalidade.

 

Literárias Mosqueteiras: No link abaixo, conheceremos rotinas da Pedagogia das Cores: http://www.pedagogiadascores.com.br/dinamicas.html

Consistem no experimento de dinâmicas que tornam práticas as teorias dos estímulos que somos submetidos ao longo do dia, da vida.

Terapia do Medo e dinâmicas do Coração Rosa, da Fita, das Bolinhas e da Cor, nos propicia treinamento cerebral para raciocinar de dentro para fora.

Logicamente, há pessoas que são mais ou menos susceptíveis a este condicionamento colorido que nos é imposto. Vendas ou aceitações baseadas nas cores, proporcionadas por condutas de marketing, mídia, políticos, líderes religiosos, são constantes e sistemáticos.

Segundo tuas palavras, mente sã é aquela que reage aos estímulos internos, bloqueando estímulos externos indesejáveis.  

Absorvendo e praticando estas terapias e dinâmicas, o efeito das cores em nossas escolhas será naturalmente alterado, ou extinto. A partir daí, quais critérios serão abalizados para compor nossas escolhas?

 

Solange Depera Gelles: Na Pedagogia das Cores, começamos com o educando da mesma maneira que o marketing e mídia. Estimulamos de fora para dentro. Com o condicionamento do educando desde a mais tenra idade vamos ensinando a utilização das cores de maneira positiva. Esse mesmo educando que utiliza as cores desde criança, na idade adulta terá gerado uma mente sã. Bloqueando estímulos indesejados, ou seja, ele aprende a filtrar o que realmente lhe serve. Ele não será estimulado pelo externo porque ele conhece o lado positivo das cores e irá recarregar suas “baterias”com as cores que precisa naquele determinado momento. As dinâmicas são utilizadas em minhas palestras e atendimentos. Pois a Pedagogia das Cores estende-se não somente ao ambiente escolar, mas a hospitais, fábricas, escritório e em casa, em um efeito dominó: “Eu estou bem, você está bem, logo, todos estão bem, de modo que o ambiente se torna harmônico e agradável, facilitando, assim, a interação entre os indivíduos”.

A dinâmica que não pode faltar para quem busca uma mente sã é a “dinâmica da cor”, pois através dela é possível perceber o quanto estamos condicionados aos estímulos externos. E ela própria ensina a reverter isso. Quem consegue trazer para o campo mental a cor que precisa naquele momento, está no caminho certo para a conquista de uma mente sã.

 

Literárias Mosqueteiras: Vamos voltar a falar no simpático Ianzito. Ele ganhou um livro http://www.pedagogiadascores.com.br/produtos.html  e a companhia da Turma dos Pinguinhos. Esta turma o auxilia na literatura, mas na vida real, eles ainda não chegaram.

Assisti a um vídeo que tu explicas a necessidade dos Pinguinhos quando o Ianzito apresenta-se em escolas, hospitais e outras atividades infantis.

 https://www.youtube.com/watch?v=HXPDHIiOt7s

Te convido a criar um anúncio solicitando voluntários a compor esta Turma. Ambos os sexos? Existe idade mínima e máxima? E as características de conduta, disponibilidade de horário, etc?

 

Solange Depera Gelles: O Ianzito e a Turma dos Pinguinhos, é a Pedagogia das Cores direcionada as crianças. Uma forma lúdica de levar esse conhecimento tão rico para os pequenos. Produzir um mascote não é barato, comecei com o Ianzito porque no cd que acompanha o livro é o Ianzito que canta. No momento estamos com o Pinguinho Laranja e o Pinguinho Amarelo em produção, logo o Ianzito terá a companhia dos pinguinhos que mais são utilizados no ambiente escolar. Os outros irão acontecendo aos poucos, pois infelizmente no Brasil, literatura dificilmente deixa alguém rico.

 

Literárias Mosqueteiras: Lendo a sinopse do Manual da Pedagogia das Cores, http://www.pedagogiadascores.com.br/produtos.html observo que o teu trabalho com crianças durante oito anos, te trouxe observações importantes sobre o efeito das cores no comportamento infantil.

Simplificando a minha pergunta: significa que cada cor, exerce uma atitude pré-estabelecida em uma determinada faixa etária, independente de sexo, e de classe social, ou existem crianças que se comportam de forma diferente sob o efeito das mesma cor?

 

 Solange Depera Gelles: Cada ser é único, e obviamente nem todos vão interagir da mesma forma. Muitas vezes o que foi aplicado, acaba se perdendo no meio que o individuo está inserido. Aqui, não falamos de faixa etária, pois a Pedagogia das Cores é direcionada de zero a cem anos. Vivemos em um mundo colorido, e saber utilizar as cores a nosso favor pode gerar muitos benefícios. Ao dividir através do Manual da Pedagogia das Cores essa metodologia com professores e educadores em geral, foi com a intenção de criar um ambiente estimulador. Por exemplo: Uma escola com dificuldade de frequência de alunos, pintou o muro de amarelo. Por que amarelo? Porque amarelo é a cor que estimula o querer. Querer o que? O que é oferecido. E na escola, é o conhecimento. Resultado: Os alunos começaram a entrar na escola.Todas escolas devem pintar os muros de amarelo? Não. Cada escola tem um determinado público e deve ser feito uma análise do que realmente acontece. Pode ser um problema de comportamento, ou deficiência no aprendizado. Como disse no começo, cada ser é único. E cada escola tem um tipo de público.   

 

Literárias Mosqueteiras: No livro Cadê nossas Cores,

http://www.pedagogiadascores.com.br/produtos.htmlvoltado para o público infantil, ocorre um fato inusitado; roubaram as cores da cromoterapia existentes na natureza.

A aventura começa quando Mariana e seus amigos iniciam a busca para desvendar o terrível mistério.

Eu suponho que as sete cores da cromoterapia são idênticas às sete cores do arco-íris, mas não tenho certeza. Qual o objetivo para inserir na trama de um livro infantil, o roubo das cores de uma terapia que trata a cura de doenças?

 

Solange Depera Gelles: A cromoterapia não cura doenças, ela restaura o equilíbrio físico-energético. As cores que utilizo na Pedagogia das Cores não são todas cores do arco-íris, pois utilizo muito o Rosa. O número sete envolve mistérios, são sete chacras, sete cores no arco-íris. É uma ligação com o Supremo. No livro Cadê nossas cores? a intenção, é justamente ensinar para as crianças para que serve cada cor. É uma maneira simples e lúdica de levar conhecimento. O fato do Lobo ter comido todas as cores para utilizá-las em beneficio próprio e depois ter uma enorme dor de barriga, é para alertar que são cores certas em doses certas.  Vamos utilizar mais uma vez a sua cortina azul. Se você pintasse todo o cômodo de azul no mesmo tom da cortina isso acarretaria um excesso, ou seja, geraria uma contra indicação, tornando você uma pessoa critica rigorosa do outro, entendendo que somente o que você acredita é a verdade.

O livro não tem relação com cura de doenças. É uma história de entretenimento que ensina sobre as cores da cromoterapia e ainda dá bons exemplos como respeito às diferenças e a união das pessoas em busca de um mesmo objetivo.

Sobre cura eu trabalho no livro infantojuvenil A Montanha de Gelo Eterno. Em meio a uma história com princesa, príncipe e bruxa acontece uma epidemia, na busca da solução alguns temas são abordados de maneira discreta como os direitos de cidadania e o costume das pessoas de julgar o outro através de estereótipos sociais.

 

Literárias Mosqueteiras: Ao ler a sinopse, pude perceber que o livro A Montanha de Gelo Eterno é uma narrativa juvenil.

http://www.pedagogiadascores.com.br/produtos.html

Neste romance, tu exemplificas a união como fonte de solução aos problemas de uma comunidade.

Existe a falta de união em muitos segmentos da sociedade mundial. Especificamente sobre a ligação Editora, Escritor e Leitor, qual o teu ponto de vista sobre a Literatura brasileira?

 

Solange Depera Gelles: Eu poderia ser pessimista ao responder essa pergunta, mas eu acredito muito em mudanças. Infelizmente o brasileiro não tem o hábito de leitura, mesmo porque vivemos em um país com um alto grau de analfabetismo. Além da leitura não estar inserida na cultura do brasileiro, outro fator que ajuda a dificultar tudo isso é o preço do livro. Muita gente não pode dar-se ao luxo de tirar alguns reais de seu orçamento e no rumo que segue nossa economia tudo isso tende a piorar. Mas para um bom leitor ainda existe o “sebo”. Quem gosta de ler, lê rótulos, lê um antigo jornal, exercitando a mente. As editoras visam o lucro, e dar chance a um novo autor é uma aposta e nem todas editoras estão dispostas a arriscar. Meus livros foram publicados de maneira independentes ou de parcerias com editoras. Como autora acredito muito na importância de estar perto do leitor, o livro Ianzito e a Turma dos Pinguinhos está me proporcionando isso. E confesso que fico emocionada com a aceitação do personagem e da Pedagogia das Cores.

 

Literárias Mosqueteiras: “O mundo é colorido e estimulante, a escola não. A escola continua em preto e branco, levando o educando a mesmice, travando seu comportamento, sua criatividade e seus sentidos. O que proponho é a pedagogia das cores, uma forma alternativa de estimular os sentidos, trazendo para a escola as cores.”

Clicando neste link http://www.pedagogiadascores.com.br/ podemos ler o parágrafo acima. Concordo em gênero e número! Governo oculto, professor despreparado e aluno desinteressado, transformaram o saldo de nosso ensino, em respostas negativas.

Tu acreditas que as cores podem contribuir. É bom acreditar em algo. Eu não posso afirmar que o tecido azul celeste que falei no início desta entrevista, tenha melhorado o meu dia, a minha vida, mas acredito que sim, e acreditar, já é meio caminho andado.

Além da inclusão das cores Solange, o que governo, professores e alunos deveriam fazer para salvar a educação escolar no Brasil?

 

Solange Depera Gelles: A Pedagogia das Cores não é baseada na crença de mudança, ela já fez e fará ainda muitas mudanças. É um trabalho árduo, pois o novo assusta. Mas quem conhece e utiliza as cores no ambiente escolar e com os educando sabe que essa melhora é possível. As cores estão disponíveis em nosso mundo, é de graça, ninguém paga nada para utilizá-las. Por isso é importante a pessoa conhecer o trabalho a fundo. Mudanças já aconteceram, em pequena escala, mas já tenho um saldo positivo.

A educação não está dividida em fatias que cada um deve pegar uma parte, ela é um todo, e como já dizia Alexandre Dumas: “Um por todos, e todos por um.” Cada um tem sua parcela de responsabilidade para que dê certo, mas um depende do outro. Precisamos de um Governo que promova a educação através de investimentos e valorização do professor, um professor que busque cada dia mais aprimoramento profissional adaptando-se a evolução e necessidades do mundo, uma família que participe da vida escolar do filho e de um aluno que entenda que sem educação ele não será nada. Eu acredito na mudança, caso contrário teria mudado o foco do meu trabalho para ganhar dinheiro e não satisfação.

 

Literárias Mosqueteiras: “...O professor ao entender a Pedagogia das Cores, passa a enxergar o mundo de outra maneira.”

http://www.pedagogiadascores.com.br/informativos.html

De que maneira Solange?

 

Solange Depera Gelles: O slogan da Pedagogia das Cores é: “Mude a maneira de enxergar o mundo.” Felizmente é um slogan verdadeiro, pois tenho feedback de muitos professores, pais e alunos de pedagogia que ao ler o livro me escrevem dizendo em geral isso: “Realmente, depois que li o Manual da Pedagogia das Cores, comecei a enxergar o mundo diferente.”

Eu posso explicar de outra forma, quem leu e entendeu o livro, conseguiu encontrar nas cores o estímulo e fica impossível olhar para um local sem analisar as cores. É normal, em uma sala de espera analisar as cores do ambiente e pensar: “Essa parede ficaria melhor na cor azul”. Vamos lá, por que azul? Dependendo da clientela, e da demora do atendimento a irritação começa, mas se tiver algo na cor azul o cérebro interage com a cor, mesmo sem o consentimento da pessoa, deixando-a mais calma e tranquila.

 

Literárias Mosqueteiras: Percorrendo as fontes de pesquisa, assimilei superficialmente tua intensão quanto aos Pinguinhos. Eu imaginava que tu estavas em busca de voluntários, mas não é assim que vai funcionar. Vou manter o anúncio na pergunta anterior e te pedir para explicar minuciosamente a questão dos 8 fantoches profissionais.

 

Solange Depera Gelles: No livro Ianzito e a Turma dos Pinguinhos, os pinguinhos são estimuladores em forma de pelúcia. Cada um tem uma função na abordagem do personagem Ianzito, eles o auxiliam nas resoluções de seus problemas. A ideia é produzir os 8 mascotes pinguinhos para acompanhar o Ianzito em uma peça musical infantil, baseada no livro e no cd. O roteiro adaptado já está pronto. Eu sei das dificuldades para a produção dos mascotes e de um musical infantil. Por isso trabalho com muita dedicação para promover e divulgar o livro e o personagem.

 

Literárias Mosqueteiras: Li um interessante texto intitulado Descarte o que não Precisa!

http://mosqueteirasliterarias.comunidades.net/index.php?pagina=1099884154_03

Tu escreves sobre o Timo, uma espécie de auto estabilizador, e nos explica a serventia, o funcionamento e a manutenção.

Esta manutenção é concentrada no uso da cromoterapia atuando nos Chacras.

Nos esclareça sobre estes centros energéticos que habitam o interior do nosso corpo, e de que maneira a função individual das cores os corrige.

 

Solange Depera Gelles: Os chacras são pontos de equilíbrio e atuam interagindo com nosso cérebro, que ciente de nossas carências busca o que nos falta. Quando sabemos que estamos doentes, buscamos um médico, remédios, mas não buscamos o equilíbrio do nosso todo. Algumas coisas acumuladas em algum chacras, poderá desencadear doenças. Afinal, somos uma máquina e todo equipamento precisa de manutenção.

http://www.pedagogiadascores.com.br/maquina.html

 

Literárias Mosqueteiras: Hora da redação com tema livre! A última pergunta nunca é uma pergunta, é um resgate do que gostarias de ter dito, e eu não perguntei. Sinta-se à vontade para dirigir uma mensagem aos súditos do Castelo das Literárias Mosqueteiras.

 

Solange Depera Gelles: Eu acho muito interessante o meu trabalho com a Pedagogia das Cores, ainda pioneiro, mas um trabalho que traz o bem, e promove mudanças de maneira positiva. A pedagogia das Cores não é esotérica, mas exotérica, pois os conhecimentos adquiridos estão disponíveis para qualquer pessoa que faça-se interessada no assunto. O site www.pedagogiadascores.com.br  traz muito conteúdo que ilustra e orienta. E tudo está disponibilizado gratuitamente. Já estou trabalhando com a Pedagogia das Cores há quase 5 anos, estamos engatinhando, mas sabemos que algo que quebra paradigmas e rompe barreira não chega com luzes de neon piscando, somos discretos, mas em breve estaremos andando e seguiremos nosso destino, um passo de cada vez.