Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Translate to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese




ONLINE
9





                                              

                            

 

 

 


Quando a Escola não Lê. O que fazer?
Quando a Escola não Lê. O que fazer?

 Quando a escola não lê. O que fazer?

A Educação inicia em casa, através de instruções verbais e exemplos claros de comportamentos, atitudes e reflexões. Entretanto, ela não se encerra aí. A Educação se dará por toda a vida do indivíduo. Porém, é na escola, local físico apropriado, que a Educação ganha ares pedagógicos e formais. Esperam os pais dos pimpolhos que a escola, como instituição formal e competente, forneça os exemplos necessários e que lhe cabem sobre valores e aspectos cognitivos.

Todavia, ao estreitar esse assunto e caindo no tema Literatura e, mais propriamente, incentivo à leitura, infelizmente há muitas escolas que pecam nesse quesito. Percebe-se muitas equipes diretivas que deixam muito a desejar no que diz respeito à parte que lhe cabe como centro educativo, mais precisamente, concentração de exemplo, não apenas escrito ou verbal, mas exemplo prático. Trocando em miúdos, infelizmente, a prática da leitura muitas vezes pouco ou nada é incentivada através de exemplos claros a alunos.

Percebe-se que algumas equipes diretivas ou professores (há exceções) apenas falam sobre os benefícios da leitura, mas quando chega o momento de demonstrar através de ações reais esse gosto por ler eles caem fora. A criança ou jovem em formação necessita muito mais de ações a serem seguidas do que palavras ditas ao vento. Sim, ao vento. Porque um professor que fala que ler é importante, mas pouco ou quase nunca é visto com um livro ou divulgando uma obra lida, certamente, esse mau exemplo é que ficará de ensinamento ao aluno. Afinal, se o próprio professor não lê, por que ele terá que ler?

Quanto são as escolas e seus professores que frequentam feiras de livros quase por obrigação? Quantos são os estabelecimentos de ensino que visitam bibliotecas e eventos literários apenas porque tal evento faz parte do calendário escolar? Quantos são os professores que vão a feiras de livros por vontade própria e compram um exemplar sequer para ler? Quem são os diretores, supervisores, orientadores e professores que comparecem a sessões de autógrafos, lançamentos, eventos literários pelo simples prazer de ler? Quais são e onde estão os professores que se dirigem a livrarias nos finais de semana para comprar livros? Como exigir que o aluno do ensino médio deixe de ir à praia, ou à balada para ficar lendo em casa se o próprio professor também não faz isso? Como cobrar de pais atitudes rígidas ou do governo políticas públicas relacionadas à leitura se o profissional da Educação “não tá nem aí”? Educa-se pelo exemplo, a palavra voa com o vento! #ficaadica .