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Ozzy Osbourne, vocalista do Black Sabbath dá Adeus
Ozzy Osbourne, vocalista do Black Sabbath dá Adeus

OZZY OSBOURNE DÁ ADEUS

 

VOCALISTA DO BLACK SABBATH FALA SOBRE A TURNÊ DE DESPEDIDA DA BANDA, QUE CHEGA A PORTO ALEGRE NO DIA 28 DE NOVEMBRO.

 

O fim está próximo: no dia 28 de novembro, o Black Sabbath traz a Porto Alegre sua turnê de despedida, chamada THE END, no Estacionamento da Fiergs – mesmo local onde a banda pioneira do heavy metal apresentou-se pela única vez na Capital, no dia 9 de outubro de 2013, diante de um público de cerca de 30 mil extasiados fãs.  Como naquela ocasião, a capital gaúcha será a primeira parada do grupo no Brasil – os ingressos já estão à venda pelo site www.ticketsforfun.com.br.  A abertura ficará a cargo do quarteto roqueiro americano Rival Sons.

 

A veterana formação surgida em Birmingham, na Inglaterra, em 1968, volta com três de seus integrantes originais: o vocalista Ozzy Osbourne, o baixista Geezer Butler e o guitarrista Tony Iommi – que luta contra um câncer linfático desde 2012.  No repertório do derradeiro concerto do trio, não devem faltar clássicos do rock pesado como BLACK SABBATH, INTO THE VOID, WAR PIGS, N.I.B., RAT SALAD, IRON MAN, DIRTY WOMEN, CHILDREN OF THE GRAVE E PARANOID.

 

Na estrada com a excursão mundial de adeus – o Sabbath apresenta-se amanhã em Estocolmo, na Suécia, dentro do Festival Monsters of Rock –, Ozzy,  67 anos, encontrou tempo para responder as perguntas de ZH.  Leia abaixo a entrevista com o Príncipe das Trevas.

 

ENTREVISTA:  OZZY OSBOURNE

 

 

Como o Black Sabbath consegue estar na ativa há quase 50 anos?

Somos extremamente afortunados por ter uma base de fãs realmente leal.  É uma pergunta difícil, porque não há nenhuma fórmula para isso.

 

Na sua opinião, qual é a importância do Black Sabbath na história do rock’n’roll?

Nós éramos quatro caras que se juntaram para fazer a música de que gostávamos.  Nós não nos preocupávamos em ser uma influência na história do rock.  Nunca poderíamos ter imaginado o impacto que tivemos.

 

Quais foram os seus piores e os melhores momentos da banda?

O melhor foi quando voltamos para a Inglaterra e descobrimos que nosso primeiro disco era um sucesso.  O fato de que as pessoas apreciavam nosso trabalho foi genial.  O pior foi quando percebemos que estávamos sendo roubados pelo nosso gerente.

 

Como é que você se sente ainda dividindo o palco com Tony Iommi e Geezer Butler depois de tanto tempo juntos?  A emoção é semelhante à de quando vocês começaram?

Acho que é melhor agora do que sempre foi.  Porque nós todos crescemos e sabemos o que queremos neste momento.  Estamos fazendo alguns dos melhores shows da nossa carreira no presente.

 

Qual é o seu álbum favorito do Black Sabbath?  Por quê?

Eu não tenho um disco favorito.  Todos os álbuns são grandes à sua própria maneira.  Cada um me lembra dos tempos em que nós os gravamos e me faz recordar de como nós temos sorte de fazer uma música que as pessoas amam.

 

Muita gente diz que o rock morreu.  Qual é a sua opinião sobre isso?

Se ele está morto, então eu acho que somos os mortos-vivos.  Ainda estamos tocando para multidões que amam o rock tanto quanto nós em várias partes do mundo.

 

Que tipo de música você está ouvindo agora?

Rival Sons (banda norte-americana que está abrindo os shows da turnê de despedida do Sabbath no mundo todo).

 

Você já esteve aqui no Brasil várias vezes.  Quais são as lembranças que guarda do Brasil e de Porto Alegre?

O Rock in Rio é um dos meus festivais favoritos.  Eu gostaria de voltar e fazê-lo todos os anos, se me quisessem.

 

Quais são seus próximos projetos?

Eu tenho um programa de televisão com meu filho, chamado Ozzy Et Jack’s world detour, que vai ao ar neste verão no History Channel.  Além disso, tenho escrito letras e trabalhado em algumas novas músicas para um álbum solo, então ainda tenho algumas balas na agulha.

 

 

Fonte:  Zero Hora/Roger Lerina (roger.lerina@zerohora.com.br) em 12 de julho de 2016.