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Os Desinventores por Arnaldo Leodegário Pereira
Os Desinventores por Arnaldo Leodegário Pereira

 

OS DESINVENTORES

Por Arnaldo Leodegário Pereira

O que fazer para salvar o planeta terra da extinção...

Foram os inventos: as máquinas, o progresso e a tecnologia que poluíram nosso planeta. Muitas tentativas e muita coisa já se fez para reverter essa situação caótica. Foi o caso da ECO 92 no Rio de Janeiro e outras. E agora de 13 a 22 de junho de 2012, na conferência das nações unidas sobre o desenvolvimento sustentável, (rio+20), apesar da presença de 190 lideres mundiais que propuseram mudança no modo como estão sendo usados os recursos naturais, faltaram os desinventores (crianças inocentes como naquele (conto) do “menino de apenas 07 anos que colou o mapa do mundo, e “consertou” o homem)” ou em outro conto do “menino de 08 anos que tentou comprar uma (01) hora do tempo do seu papai”, pois o mesmo não tinha tempo para ele (o menino). Somente a grande sabedoria e a inocência de seres como esses pequenos, e mais uns outros milhares espalhados por esse planeta para resgatar a humanidade do caos que estamos atravessando... 
Mas enquanto os desinventores não vem, vou ocupar o último (lugar comum) para pedir-lhe que: não jogue na natureza: pontas de cigarro, papel de bala, copo descartável, embalagem plástica, móveis velhos, vidros, restos de construção, lixo de qualquer espécie, etc. Pois, mesmo eu tendo que ocupar esse último lugar comum para dizer ou pedir algo em nome da natureza ou preservação da vida de todos, se isso servir para conscientizar alguém, a começar por eu mesmo, assim já terá valido a pena ir para o lugar comum, e repetir o que todos estão falando, e assim contribuir para o futuro da humanidade. E por consequência a vida no planeta e do planeta. E a partir da conscientização de cada um, e todos fazendo a sua parte... 
Como em um conto de (fábula), Não haveria as grandes navegações, pois não haveria veleiros, barcos, jangadas ou navios!... Não haveria também fragatas, submarinos de guerra, pois não haveria armas de guerra como a pólvora e outras. Não havendo guerras, também não haveria aviões de guerra. Não haveria os lixões, rios e oceanos poluídos, derretimento das geleiras, extinção do urso polar, extinção das baleias, e assim as demais vidas aquáticas estariam a salva, o mundo estaria coberto de florestas.
Se no passado foram inventados: a bomba de nêutrons, a eletricidade, o relógio, os satélites e o jato supersônico, só falta agora inventarmos uma máquina mágica que ande para trás, então regressaremos até ao tempo da criação da roda!.. Mas temos que destruir aquela roda e seguirmos caminhado para trás... Então chegaremos à invenção do metal e da pólvora, e os destruiremos... Então caminharemos um pouco mais para trás e desinventamos o fogo. 
Caminhando um pouco mais para trás chegaremos até às cavernas e as destruiremos... E o homem que lá habitava voltaria a ser nômade. Tudo isso devemos fazer andando de marcha-ré... Destruiremos também os primeiros utensílios e ferramentas de metal,... E voltar ao tempo em que o homem só caçava, pescava e colhia frutos para seu sustento. Desinventaríamos o arco e a flecha, e essa madeira estaria salva. Depois os utensílios de barro e as tangas e vestes de pele de animais. E os animais seriam preservados e a natureza recomposta. 
Desinventaríamos a escrita e os pergaminhos. Logo essa madeira seria também preservada. Quando isso for possível, as florestas estarão todas intactas. As espécies estarão todas preservadas, os oceanos estarão salvos, a camada de Ozônio estará completa. A humanidade será menos hipócrita. Pois só haverá uma fração ínfima da humanidade. Não haverá dinheiro ou moeda... Não haverá a inveja, a ganância, a cobiça e a competição, pois não haverá superpopulação para dividir os bens. Não haverá El niño, Lá niña, veranico, desertificação, efeito estufa ou aquecimento global...

Este texto está registrado no Escritório de Direitos Autorais sob o nº 576-645 Livro 1-101 Folha 218 Em 03/10/2012 RJ.

Arnaldo Leodegário Pereira